O majestoso Fitz Roy


Acordamos em El Chalten e uma senhora que cuida das cabañas onde estáamos (não a com cara de maluca) nos convenceu a fazer um passeio no Fitz Roy, que a princípio iamos apenas ver de longe. Valeu muito a pena, pois fizemos uma caminhda linda e que serviu como aperitivo e prévia do que encontrariamos em seguida, em Torres del Paine.
Fizemos uma caminhada leve (3 horas no total), até o lago capri, de onde pudemos avistar o Fitz Roy. A beleza da aventura só foi perturbada por moscas gigantes (na verdade butucas), como as encontradas no vulcão em Pucon, que nos molestaram do início ao fim.
De volta ao solo, comemos novamente no local da noite anterior. Esta seria nossa última refeição decente por dias.
De El Chalten partimos para Rio Turbio, quase na fronteira com o Chile, onde estariamos perto do parque de Torres del Paine. No caminho passamos em El Calafate para fazer câmbio de moedas. Demoramos mais do que esperávamos, pois a casa de câmbio só abria após as 17h30. Consenso geral, El Calafate foi odiada por todos.
Chegando em Rio Turbio, recebemos a notícia de que a aduana chilena estaria fechada, um banho de ágfua fria nos valentes aventureiros. Chegou-se a cogitar a hipótese de dar meia volta e retornar a Curitiba. Felizmente, no dia seguinte, ainda no hotel, encontramos uma funcionária da Aduana argentina que desmentiu a notícia.

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